Qual a importância de um site para minha empresa?

Pensando em abrir um negócio na internet? Tem uma empresa e está em dúvida se abre uma filial ou investe num e-commerce? Saiba que as condições nunca foram tão propícias para o comércio eletrônico.

Dados oficiais sobre o acesso da população brasileira à internet, divulgados no final de agosto, mostram que o avanço nessa área tem sido acelerado.

A pesquisa TIC Domicílios, do Comitê Gestor de Internet, indica que o Brasil tem hoje 126 milhões de usuários. Isso significa que 70% da população do país está conectada.

Para se ter ideia do quanto evoluímos, em 2008 esse índice estava em 34%. Em termos mundiais, o percentual fica na faixa dos 48%. Ou seja, nesse quesito estamos acima da média.

Muitos empresários podem pensar “Preciso de um site para minha empresa?” para integrar seus negócios com o espaço virtual. Muitos têm conhecimento da sua importância, mas não sabem como devem agir.

Ao criar um site para sua empresa terá maior credibilidade ao seu público-alvo garantindo que os clientes notem o seu esforço em possuir um relacionamento no ambiente virtual. Isto proporcionará inúmeras vantagens que ajudarão a instituição a lembrar do porquê ter um site.

Ao contar com um site, a entidade passa ainda mais uma imagem profissional para os consumidores, uma vez que a página na web possui informações relevantes a esses clientes, que consequentemente, exalta a reputação positiva da empresa para seus compradores. A credibilidade começa a ser criada por diversas formas, seja pela importância que a empresa atribui aos clientes, ou até mesmo, aos conteúdos informados em sua página oficial.

A importância de exibir seus produtos…

Quando uma empresa tem a oportunidade de exibir seus produtos e serviços para os consumidores, ela certamente estará em constante “divulgação”, como uma espécie de “vitrine”, funcionando como protagonista, e quando aliada ao uso do marketing digital, servirá como ferramental ideal para que seu negócio possa obter excelentes resultados no espaço virtual, destaca a importância do “porque da importância de um site para minha empresa?”.

O site veio para trazer novos modos para a conquista de consumidores, que antes se limitava a ações locais, e agora pode atingir pessoas de diversas partes do mundo. Por meio da página na web, é possível manter um contato com uma pessoa do mesmo bairro, mas também de outro lado do continente. Essas medidas contribuem para o aumento de vendas na empresa, tornando-se alternativas.

Contato com o publico-alvo nas redes sociais

O conteúdo de um site deve contar com os produtos e serviços oferecidos pela empresa, mas não significa que deva excluir outras formas de divulgação, como, por exemplo, as redes sociais, que são fundamentais para o crescimento dos negócios no espaço virtual.

As Redes Sociais trouxeram diversos benefícios não somente para os usuários, mas também para as organizações, que agora possuem outras maneiras de fidelizarem seus clientes. Contar com um perfil nas plataformas virtuais “obriga” a marca a pensar em conteúdos que sejam realmente relevantes para o consumidor, que o façam a comprar seus produtos, aumentando o número de consumidores. Portanto, utilize o site como um cartão de visita no espaço virtual.

Fonte: ecommercebrasil , postdigital

Financiamento de “fake news” pelo governo federal escancara os perigos da publicidade programática

O maior mérito do Sleeping Giants brasileiro talvez não seja fazer com que grandes empresas retirem seus anúncios de sites picaretas, mas sim o efeito educador que ele pode ter na população dos perigos da publicidade programática, modelo que tomou a internet nos últimos anos e redefiniu o cenário da publicidade em diferentes medidas.

A iniciativa surgida no Twitter já fez com que gigantes corporativas e órgãos estatais removessem suas peças — e, por tabela, deixassem de financiar — um notório site de propagação de notícias falsas do qual não vale a pena citar o nome. Causa e efeito, tudo dentro do esperado. Exceto em um dos casos, o do Banco do Brasil, que foi parar na Justiça.

Uma breve recapitulação dos eventos. Um dos filhos do presidente, o que é vereador no Rio de Janeiro, sabe-se lá por qual motivo faz um freela na comunicação do governo federal. No Twitter, ele criticou a atitude do BB de remover anúncios do site de notícias falsas após a cutucada do Sleeping Giants. Em resposta, a direção do banco voltou atrás. Aí entrou em cena o Tribunal de Contas da União, que determinou que o banco suspendesse a veiculação de anúncios em sites e blogs suspeitos de trabalharem com notícias falsas e, para viabilizar a execução da ordem, estipulou como critério que somente veículos de imprensa concessionários ou que existam há mais de dez anos podem continuar veiculando anúncios do BB.

O critério é controverso, mas não é o tema aqui. Interessa-nos mais observar a situação de outro ângulo. Segundo estimativas das agências de propaganda que trabalham para o Banco do Brasil, o banco teve que bloquear seus anúncios em 1,2 milhão de sites, blogs e aplicativos.

Um milhão e duzentos mil sites e aplicativos. Faça um exercício mental simples, tente listar os sites e apps que você costuma usar no dia a dia. É difícil chegar às dezenas. Mesmo para uma agência grande, com muitos funcionários, é impensável gerenciar tantos espaços simultaneamente — e isso apenas para um cliente. Como o Banco do Brasil consegue?

É aí que entra a publicidade programática. Não é como se alguém do BB ou dessas agências tivesse listado e fechado acordos com cada um desses mais de um milhão de propriedades. Em algum momento dos últimos 20 anos, houve uma mudança cataclísmica na publicidade online que descolou anunciantes dos locais onde seus anúncios são veiculados, graças a um aparato de vigilância que barateou custos e aumentou a eficiência à custa de erodir a privacidade de todos nós.

Talvez seja mais fácil explicar com uma analogia.

Fonte: “https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/

Mais do que nunca, o Facebook é uma ‘produção de Mark Zuckerberg’

Autointitulado um ‘presidente executivo para tempos de guerra’, fundador do Facebook agora concentra mais poder do que nunca em sua empresa, avaliada em mais de US$ 600 bilhões

SÃO FRANCISCO – No dia 27 de janeiro, em uma habitual reunião programada para a manhã de segunda-feira com os principais executivos do Facebook, Mark Zuckerberg focou no novo coronavírus. Há semanas, ele disse à sua equipe, ouvia de especialistas em saúde global que o vírus daria origem a uma pandemia. Na visão de Zuck, o Facebook precisava se preparar para o pior cenário possível – no qual a capacidade da empresa de combater desinformação, golpistas e teóricos da conspiração seriam testados como nunca antes.

Para começar, disse Zuckerberg, a empresa deve usar algumas das ferramentas desenvolvidas para combater o lixo eleitoral de 2020 e tentar adaptá-las para o vírus. Ele pediu aos executivos encarregados de todos os departamentos que desenvolvessem planos para responder a um surto global até o final da semana. A reunião, relatada por duas pessoas que participaram dela, ajudou a preparar o Facebook antes de outras empresas – e até de alguns governos – na preparação para a covid-19. E exemplificou uma mudança na forma como o homem de 36 anos está dirigindo a empresa que ele fundou.

Desde o dia em que ele codificou as palavras “uma produção de Mark Zuckerberg” em todas as páginas em azul e branco do Facebook, ele tem sido o rosto singular da rede social. Mas, até certo ponto não muito apreciado fora do Vale do Silício, Zuckerberg é, há muito tempo, um tipo de presidente executivo binário – extraordinariamente envolvido em alguns aspectos dos negócios e praticamente invisível nas áreas que ele acha menos interessantes.

O início do fim da liderança distanciada de Zuckerberg ocorreu em 8 de novembro de 2016, com a eleição de Donald Trump. A partir desse momento, uma série implacável de crises – sua rejeição casual de preocupações com notícias falsas como “uma ideia bem louca”; revelações de que a plataforma havia sido usada como um brinquedo para espionagem patrocinada pelo Estado; o escândalo da Cambridge Analytica – fez Zuckerberg ajustar o controle da empresa.

Muitas de suas táticas de consolidação têm sido extremamente visíveis: ele substituiu os fundadores externos do Instagram e WhatsApp por partidários seus e reformou o já amigável conselho do Facebook para estar ainda mais de acordo com o que pensa, trocando cinco de seus nove integrantes.

Com a atenção de um quarto da população mundial para vender aos anunciantes, o Facebook é tão colossal que as mudanças no organograma têm o efeito de criar novos e poderosos personagens no cenário político global. Zuckerberg entrou em contato com peças-chave para conquistar territórios hostis – o agente republicano Joel Kaplan, em Washington, e o ex-vice-primeiro ministro britânico, Sir Nicholas Clegg, na zona do euro. E sua abordagem mais prática causou, pelo jogo de soma zero da influência corporativa, um afastamento eficaz de Sheryl Sandberg, sua diretora de operações e a mulher mais proeminente no mundo da tecnologia.

Agora, o coronavírus ofereceu a Zuckerberg a oportunidade de demonstrar que ele assumiu suas responsabilidades como líder – uma virada de 180 graus desde aqueles distantes dias de 2016. Isso lhe deu a chance de liderar 50 mil funcionários em uma crise que, dessa vez, não foi ele quem causou. E tirar proveito do momento pode permitir que Zuckerberg prove uma tese na qual realmente acredita: que se alguém enxergar além de sua capacidade de destruição, o Facebook pode ser uma força para o bem.

“Mark assumiu um papel ativo na liderança do Facebook desde a sua fundação até hoje”, disse Dave Arnold, porta-voz da empresa, em comunicado por e-mail. “Temos a sorte de ter líderes tão engajados, incluindo Mark, Sheryl e toda a equipe de liderança. O Facebook é uma empresa melhor por isso.”

‘Até agora, fui líder em tempos de paz’
No Vale do Silício, existe um certo tipo de fundador de empresa, cujo título é presidente executivo (CEO), mas que se apresenta como um “cara de produto”. Um CEO que é um cara de produto se sente mais em casa desenvolvendo o que está à venda do que realmente administrando a empresa.

Na Apple, Steve Jobs era um cara de produto, inventando o iPhone enquanto deixava a cadeia de suprimentos ao seu diretor de operações, Tim Cook. Na Amazon, Jeff Bezos é um cara de produto, obcecado com clientes de varejo, enquanto outros dirigem a lucrativa divisão de hospedagem na web. E no Facebook, por mais de uma década, Mark Zuckerberg era um cara de produto.

Na prática, isso significou que Zuckerberg mergulhou em importantes novos produtos, dando ordens diretas aos gerentes de nível médio, encarregados de qualquer recurso pelo qual estivesse obcecado naquela semana. Isso também significava que ele se sentia à vontade para delegar em áreas que o interessavam menos profundamente – incluindo a máquina de publicidade que gerou US$ 70 bilhões em receita no ano passado.

Ainda menos atraente para Zuckerberg era o domínio da política do Facebook em torno de que tipo de discurso era ou não permitido. Esses assuntos se enquadravam em uma categoria específica: importante demais para ignorar, mas não exatamente com o que um jovem bilionário deseja gastar todo o seu tempo.

A supervisão dessas áreas foi para seu círculo íntimo de confiança, conhecido como M-Team. Abreviação de “Mark Team” (Equipe de Mark, em tradução livre), seus integrantes sabiam que provavelmente nunca o sucederiam como CEO, mas poderiam permanecer poderosos e autônomos em seus próprios departamentos. No topo estava Sheryl, a segunda no comando, cujo portfólio abrangia publicidade, marketing, regulamentação, comunicações e muito mais.

Fonte: “https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/”

Como nossos hábitos online podem ser nocivos para o planeta

A internet nos permite enviar mensagens, compartilhar fotos, baixar músicas, assistir a vídeos… Mas cada uma destas atividades vem acompanhada de um pequeno custo para o meio ambiente.

É provável que você já tenha respondido alguns e-mails hoje, enviado mensagens pelo WhatsApp e feito uma pesquisa rápida no Google. À medida que o dia passa, você sem dúvida ficará ainda mais tempo conectado, baixando fotos, ouvindo música e vendo vídeos.

Cada uma dessas atividades que você realiza online vem acompanhada de um pequeno custo para o meio ambiente – alguns gramas de dióxido de carbono são emitidos devido à energia necessária para rodar seus dispositivos e alimentar as redes sem fio que você acessa.

Sem contar com os datacenters e os servidores, necessários para armazenar, processar e distribuir todo conteúdo que consumimos na internet, que talvez sejam os maiores consumidores de energia.

Embora a energia necessária para fazer uma simples busca na internet ou enviar um e-mail seja pequena, aproximadamente 4,1 bilhões de pessoas (53,6% da população global) estão conectadas hoje. Ou seja, esses pequenos fragmentos de energia, e os gases de efeito estufa associados a cada atividade online, são multiplicados.

A pegada de carbono dos nossos dispositivos, da internet e dos respectivos sistemas de suporte representa cerca de 3,7% das emissões globais de gases do efeito estufa, de acordo com algumas estimativas.

É similar à quantidade produzida pela indústria de aviação a nível mundial, explica Mike Hazas, pesquisador da Universidade de Lancaster, no Reino Unido. E a previsão é que essas emissões dobrem até 2025.

Se dividirmos a grosso modo as 1,7 bilhão de toneladas de emissões de gases de efeito estufa que se estima serem geradas na produção e operação de tecnologias digitais entre todos os usuários de internet no mundo, isso significa que cada um de nós é responsável pela emissão de 400g de dióxido de carbono por ano.

Mas essa conta não é tão simples – esse número pode variar dependendo de onde você está. Os usuários da internet em algumas partes do planeta terão uma pegada de carbono desproporcionalmente grande.

Um estudo estimou que, há 10 anos, os usuários médios de internet na Austrália eram responsáveis pela emissão equivalente a 81 kg de dióxido de carbono (CO2e) na atmosfera. As melhorias na eficiência energética, a economia de escala e o uso de energia renovável, sem dúvida, reduziram esse volume, mas é claro que as pessoas nos países desenvolvidos ainda são responsáveis pela maior parte da pegada de carbono da internet. (CO2e é uma unidade usada para expressar a pegada de carbono de todos os gases de efeito estufa juntos, como se todos fossem emitidos como dióxido de carbono)

A constatação de que as atividades que executamos online estão prejudicando o planeta levou algumas pessoas a agir.

“Tudo o que pudermos fazer para reduzir as emissões de carbono é importante, não importa quão pequeno seja, e isso inclui a maneira como nos comportamos na internet”, diz Philippa Gaut, professora de Surrey, no Reino Unido.

Ela faz parte de um grupo cada vez maior de consumidores preocupados com o meio ambiente, que estão tentando reduzir seu impacto no planeta gerado pela internet.

“Se todo mundo mudasse os hábitos, teria mais impacto”, acrescenta.

Uma das dificuldades em descobrir a pegada de carbono de nossos hábitos online é que não há um amplo consenso sobre o que deve ou não ser incluído. Devemos incluir, por exemplo, as emissões provenientes da fabricação dos hardwares de computação? E as emissões das equipes e dos edifícios de empresas de tecnologia?

Fonte: “https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/”